Ensino

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“Só é ensino verdadeiro, aquele que consegue despertar uma insistência naqueles que estudam, este desejo de saber, que só surge quando eles próprios tomam a medida da ignorância – como tal fecunda – e  isto vale para quem ensina”. (J. Lacan, Sem. 2).

O franqueamento que  daí possa advir encontrará na singularidade de cada um, que só se autoriza por si mesmo, a abertura sempre bem vinda dos meios possíveis no sentido de fazer avançar a psicanálise.

A proposta de trabalho na escola  gira em torno das questões da formação do analista.

Para “ensinar” é preciso estar numa posição de analisante, que consiste” em estar em função do que não se sabe.

Tomar a Obra de Freud e o Ensino de Lacan como significantes mestre, com estatuto de enigma convoca-nos ao trabalho, a fazer vigorar o não-sabido no lugar da verdade.

Privilegiaremos na diretriz de ensino e transmissão a experiência de trabalho em Cartéis, a manutenção do Curso de introdução, os Minicursos, os Grupos de Trabalho, os Seminários, os Projetos, o Espaço Escola e as Sessões Clínicas.